terça-feira, 8 de setembro de 2015

Palestra Dra Maria Luiza Campos na SIPAT- Caixa Econômica em Anapolis




Palestra sobre como fazer do estresse do dia a dia um aliado nas nossas vidas!!

segunda-feira, 23 de março de 2015

Jornada Hormogin ( hormonioterapia para ginecologistas)

Olá leitoras boa tarde!
Este fim de semana de 20 de março de 2015 estive no 18 Hormogin em  São Paulo que é um encontro com os maiores especialistas em ginecologia endócrina de São Paulo.
Então trago aqui para vocês algumas das novidades que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a informá-las para tirar as dúvidas na hora de conversar com seu ginecologista.

Você sabia: mulheres usuárias de prótese de mama estão sendo assustadas por notícias na mídia de que estão mais sujeitas a câncer de mama e que é um tipo novo. Seguinte: desde 1995 sabe se que o câncer linfoma anaplásico ocorreu em 100 casos até hoje, de 100 milhões de usuárias de prótese. Ao meu entender 100 em 100 milhões é muito pouco. Mas fica aí o esclarecimento.

 Anticoncepção de alta precisão, já ouviu falar? Significa buscar o perfil e características da mulher para escolher o melhor método e o melhor hormônio contido do anticoncepcional para atender as necessidades desta mulher. Porque não existe um que seja bom para todo mundo. Assim aumentamos a aderência ao tratamento e diminuímos os riscos de falha do método. Então escolha seu método!!!

O câncer colo retal é o que mais mata. Vamos ao ginecologista anualmente fazer a prevenção contra o câncer de colo de útero. E o intestino?? É responsabilidade do seu ginecologista pedir anualmente o sangue oculto nas fezes. Porque não somos acostumados a ir no coloproctologista anualmente fazer uma revisão, né? E pelo menos uma vez a cada 10 anos temos que fazer a colonoscopia preventiva. Afinal você sabia que quando o diagnóstico foi feito por rastreamento a chance de sobrevida é 96% contra 70% de quando é feito porque surgiu algum sintoma? Então fica a dica.

A contracepção contínua e a com pausas programadas são mais cômodas para mulher por serem mais seguras, com menor risco de falhas e ajudando a diminuir TPM e até a perda de sangue mensal. A maior desvantagem são os escapes. Mas como eles são raros e infrequentes, trocar TPM e menstruação por um escape vez ou outra vale a pena ou não? Qual sua opinião?

A quantidade e o tipo de hormônios que tem nos anticoncepcionais pode interferir na massa óssea. Isso é particularmente importante para as adolescentes pois o uso de um hormônio menos favorável para essa fase pode fazer um osso mais fraco, com risco para osteoporose no futuro.

As mulheres no climatério tem chance diminuída de engravidar. Mas o estímulo ovariano pelo cérebro ainda pode produzir boas ovulações. Então até os 55anos, para quem não quer mais filhinhos, ainda tem que se proteger.

#hormogin

sexta-feira, 13 de março de 2015

Vamos vacinar?

equilíbrio e saúde

Anvisa amplia indicação de vacina contra HPV para mulheres até 45 anos

NATÁLIA CANCIAN
DE BRASÍLIA

09/03/201519h41

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a indicação da vacina quadrivalente contra HPV para mulheres até 45 anos. Até então, a vacina era indicada para mulheres de até 26 anos.

A medida foi publicada nesta segunda-feira (9) no Diário Oficial da União. A mudança foi feita a pedido da fabricante, a MSD, e vale para a vacina conhecida como Gardasil, que protege contra quatro subtipos do vírus.

Além das mulheres de 9 a 45 anos, a vacina também é indicada para meninos de 9 a 26 anos na prevenção de lesões pré-cancerosas e câncer de ânus, por exemplo.

A ampliação da faixa etária, no entanto, vale apenas para as vacinas aplicadas na rede privada –na rede pública, a vacina é ofertada para meninas de 9 a 13 anos, além de mulheres com HIV de 9 a 26 anos. O objetivo é diminuir os casos de câncer de colo de útero, uma das principais causas de morte por câncer em mulheres no país.

Para o governo, a escolha em vacinar pré-adolescentes ocorre para que a imunização ocorra antes da exposição ao vírus –ou seja, antes do início da atividade sexual, o que torna a vacina mais eficaz.

Segundo a MSD, a mudança ocorre após estudos que mostram que grupos de mulheres de 24 a 45 anos também podem estar suscetíveis a contraírem o vírus.

PRODUÇÃO NACIONAL

Além da ampliação da faixa etária, a Anvisa também aprovou nesta segunda o registro para que a vacina contra o HPV possa ser fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan.

Com isso, o instituto passa a ser o primeiro laboratório nacional com registro para produzir a vacina. A medida é uma das etapas da PDP (parceria de desenvolvimento produtivo) firmada entre a MSD e o Butantan, que hoje distribui o produto para a rede pública.

"Isso qualifica o Butantan como tendo condições de começar o processo de aquisição dessa tecnologia", afirma o diretor-substituto do instituto, Marcelo de Franco. Segundo o diretor, a previsão é que a vacina seja completamente produzida no país em até cinco anos.

A vacina passou a ser ofertada na rede pública no ano passado. Ao todo, segundo o Ministério da Saúde, serão investidos R$ 1,1 bilhão na compra de 36 milhões de doses da vacina até 2019 –período necessário para a total transferência de tecnologia ao laboratório brasileiro.

Para este ano, a previsão do Ministério da Saúde é de adquirir 11 milhões de doses.

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