segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

DICAS SOBRE HIV E AIDS

Hoje, o dia 1 de dezembro foi  escolhido internacionalmente para nos lembrar e conscientizar que precisamos nos proteger contra a aids/hiv.

Por isso eu reuni umas informações de saúde que na verdade são dicas e lembretes que vão ajudar no dia a dia das suas escolhas.

A pessoa com HIV não tem sintomas específicos, aliás, ela pode não ter sintoma nenhum.
Muita gente ao redor do mundo, algo em torno de 33 milhões, convive com o vírus do HIV.  E com tanta informação disponível, vocês não vão acreditar, mas, por dia, o número de novos diagnósticos de pessoas infectadas gira em torno de 7000. Ao dia! E esse número vem aumentando. Como???? Você me pergunta!

Sabe por quê  esse número enorme? Porque a gente sempre acha que não acontece com a gente.  Acreditamos que sabemos de tudo sobre o assunto. E pior ainda, tem gente pensando que a aids/hiv não mata mais ninguém. É um engano terrível.

As estatísticas ainda são ruins: 30% das pessoas com aids já chegam com a doença muito avançada quando vem fazer o diagnóstico.

O  HIV é um vírus. Ele destrói nosso sistema imune. A pessoa pode contrair o vírus e ficar transmitindo, sem ter sintoma nenhum, mesmo antes dele atacar o sistema imune dela. Por isso é importante fazer o teste. Quanto o HIV começa a destruir e enfraquecer as células de defesa, começa a se instalar a doença que se chama aids. Então ter hiv é uma coisa e ter aids é outra.

Podemos ter e não saber, então:

Como sei se tenho HIV?
Basta fazer um dos testes existentes para diagnosticar a doença. É grátis no SUS. O resultado é SEGURO e SIGILOSO. É realizado a partir da coleta de sangue. Os pacientes que tiverem o resultado positivo devem fazer acompanhamento médico.

Você sabia que 25% dos portadores do HIV hoje, não sabem que estão contaminados. E o pior disso é que eles estão por aí transmitindo. É muito importante irmos atrás de fazer esse teste. O preconceito e o desgaste emocional que cercam esse diagnóstico afastam as pessoas de terem uma busca ativa pelo teste, por medo. Essa é a maior barreira que encontramos hoje para oferecer um tratamento adequado a população.

Esses números alarmantes são para nos alertar de:
Como se pega o HIV
Como o HIV, está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, o vírus pode ser transmitido de várias formas:

• Sexo sem camisinha (oral, vaginal ou anal); E não importa se o parceiro é conhecido ou não. Lembre-se que muitas vezes o próprio portador nem imagina que possa estar contaminado.
Atenção para o comportamento de risco  30% dos jovens hoje admitem não usar nunca ou quase nunca camisinha.
• Compartilhando agulhas e seringas contaminadas;
• Da mãe infectada para o bebê durante a gravidez, na hora do parto e/ou amamentação;
• Transfusão de sangue contaminado com o HIV;
• Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.

Como NÃO se pega o HIV: picada de inseto, piscina, compartilhando copos, talheres, toalha e sabonete.

E o tratamento...
Hoje o modelo de tratamento que o Brasil instituiu é considerado pela Organização Mundial de Saúde como referência para o mundo.
A pessoa fica em acompanhamento médico, fazendo exames periódicos e só de o HIV começar a se manifestar ela será orientada a começar a usar medicações que são os antirretrovirais. Que vão manter o HIV sob controle o maior tempos possível, porque diminui a multiplicação do vírus no corpo e assim melhora a defesa novamente e se restaura a qualidade de vida e bem estar.

Só tem um problema: o vírus fica resistente ao medicamento se a pessoa começa a esquecer de tomar as medicações ou se abandona o tratamento. Aí as opções diminuem.

Aderindo ao tratamento, com acompanhamento médico periódico e mantendo hábitos de vida equilibrados, como uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas, a pessoa infectada vai levar uma vida afetiva e social comum.


Vamos usar esse dia para refletir uma atitude ativa em prol da nossa saúde, afastando comportamentos destrutíveis e combatendo o preconceito.