segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Alterações do colesterol e as mulheres.

Olá leitoras,
Esta semana estive lendo um artigo da Sociedade Brasileiro de Cardiologia com um Consenso sobre dislipidemia, que é a alteração do colesterol, nas mulheres, e achei interessante passar para vocês.
Então o que vocês precisam saber?
Hoje em dia está na moda demais tomar ômega 3 para melhorar o bom colesterol. Gente não há comprovação científica que isso dê resultado.
Mas sabem que ingerir o colesterol ruim, a gordura trans, piora o bom colesterol. Isso mesmo, a gordura trans diminui o HDL. Aonde tem gordura trans, nos biscoitos, deliciosos, onde vem escrito gordura vegetal hidrogenada.
Não é para não comer. É só para comer de vez em quando e não fazer deles a base da alimentação diária.
O HDL é um mau mocinho enquanto LDL é um bom bandido. O que isso quer dizer? Que o poder de defesa do bom colesterol é muito pequeno e o poder de ataque do colesterol ruim é muito grande.
Então nós temo que tentar manter baixo o nosso colesterol ruim a todo custo. Ingerindo menos gordura e fazendo ginástica para queimar o excesso ingerido e não deixar ele depositar nos nossos vasos.
Quando a gordura deposita no vaso, que é o que chamamos de placa de ateroma, corremos o risco de sofrer um derrame ( Acidente Vascular), ou um Infarto. Porque vamos correr este risco se podemos prevenir, e com medidas simples, né!?
Mais uma informação para vocês. Não sei se sabem, mas o uso do hormônio de reposição hormonal oral, ou anticoncepcional oral, pioram um pouco a coagulação do sangue e o colesterol ruim. Então se vocês tiverem este problema precisam se preocupar em tratar o colesterol antes de usar o hormônio e acompanhar as taxas. O objetivo é evitar deixar formas as placas de gordura.
A alteração da tireóide também pode causar alteração dos níveis de colesterol. Quando identificada uma alteração nela, primeiro a trate e corrija a disfunção. mas se depois o colesterol continuar alterado, terá que ser tratrado também.
O uso do remédio de colesterol não é isento de riscos. Mas se medidas preventivas não dão conta de evitar a elevação da gordura, ele deve ser usado sempre. E se aparecerem reações ruins, deverá ser tentado outro e outro a té um que se adapte e te proteja.
Espero que estas dicas tenham sido úteis.
Até a próxima
Dra Maria Luiza Campos

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Mudanças na menopausa

Mudanças na menopausa


O calor inesperado toma conta do dia-a-dia da mulher e acontece interrupção do ciclo menstrual. É sinal que a menopausa chegou. Nessa fase, existem muitas modificações hormonais, pois os ovários entram em falência e, por isso, os hormônios por ele produzidos, basicamente, estrogênio e progesterona, param de ser produzidos.
Com essa mudança na produção dos hormônios, o corpo da mulher sofre muitas alterações. É comum mulheres na menopausa terem insônia, dor de cabeça, palpitação, tonturas, perda de massa óssea, alteração na distribuição da gordura corporal, além de risco aumentado de doenças cardiovasculares.
Para melhorar os indícios físicos desses sintomas, existe a possibilidade de reposicionamento hormonal, mas a ginecologista Maria Luiza Campos da Silva alerta: “Não é toda mulher que pode ser submetida a este tratamento. E para saber se esse é o procedimento indicado, é necessária a opinião de especialistas”, diz.
Reposicionamento

Para as mulheres que podem fazer o procedimento, a reposição é feita usando hormônios femininos sintéticos, isto é, produzidos em laboratório. O intuito é imitar a ação dos antigos hormônios e assim diminuir os sintomas. “Pode-se usar monoterapia ou associar os dois tipos de hormônio. Também pode-se usar um pouco de testosterona em determinados casos”, explica a ginecologista. Em relação aos benefícios, a melhora clínica dos transtornos fica em primeiro lugar. Maria Luiza diz que a ideia é conseguir fazer uma transição do período fértil para a menopausa de uma forma mais gradativa e equilibrada, diminuindo as doses hormonais até o desaparecimento dos sintomas.
Idade

Logo que a mulher começar a sentir os sintomas do climatério, que pode ocorrer até 10 anos antes da falência ovariana, a mulher já pode procurar acompanhamento de um especialista. O profissional indicará algumas mudanças alimentares e implantação atividade física no cotidiano da paciente. “Quando os sintomas não desaparecerem mais com esses cuidados, caso essa mulher não tenha nenhum fator de restrição ao uso de hormônio, com distúrbios da coagulação e risco de câncer familiar, estará indicado o tratamento”, explica a ginecologista, finalizando que algumas mulheres passarão por esta fase de uma forma mais amena e sem sintomas. Por tanto, para essas pessoas o procedimento de reposição hormonal não é indicado.
Créditos

Pamela Fortes
www.alemdabeleza.com.br