quarta-feira, 30 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dor ou desconforto vaginal- Veja porque isso acontece

Entrevista concedida por Dra. Maria Luiza Campos e publicada no site http://idmed.uol.com.br/saude-da-mulher,   Qui 18 de Agosto de 2011 11:47

Quais são as causas mais frequentes de dores ou desconfortos?
Inflamações e infecções, cistos que alterem a anatomia vaginal, alteração da lubrificação, vaginismo (contração involuntária).
Roupas íntimas podem contribuir para o aumento do problema? O que deve ser feito?
Sim. Roupas que prejudiquem a oxigenação tecidual e mantenham a região úmida (muito justas ou com tecidos sintéticos) podem facilitar o surgimento de fungos, diminuir a imunidade local e promover reações alérgicas. O ideal é usar roupas íntimas de algodão.
Quais DSTs podem causar dores?
Todas. Na verdade a dor é consequência da inflamação causada, então, com diferentes graus de gravidade, qualquer DST pode gerar esse incômodo. Mas as mais comuns tricomonas, clamídia, gonococo e, de forma mais inespecífica, o HPV são os principais causadores de dor.
Existem outras doenças, que não as sexualmente transmissíveis, que podem causar os problemas?
Sim. Distrofias, que são inflamações crônicas autoimunes, um cisto de Bartholin, que diminui o espaço vaginal, são exemplos de que isso pode ocorrer.
Qual é o tratamento? É só a medicação que resolve?
Na maioria das vezes, medicação e mudanças de hábitos resolvem a situação, e eventualmente cirurgias.
A relação sexual pode causar dor?
Sim. A posição adotada e a lubrificação antes da penetração são fatores que interferem para a queixa, mas normalmente o principal caso de dor está relacionado a algum tipo de inflamação e deve ser investigado.
Existem casos em que a dor é 'passageira' e não tem relação com nenhuma doença? O que deve ser feito neste caso específico?
Sim. Se a dor não ocorrer após a pessoa relaxar e tentar novamente a penetração, não há motivos para preocupação. Mas em caso de persistência, o médico deve ser procurado, pois não é normal haver dor na penetração ou qualquer tipo de dor no canal.



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Mulher Idmed

O repórter do portal Idmed (idmed.uol.com.br), que traz notícias sobre saúde e bem-estar.
produziu algumas matérias sobre dores, desconfortos, caroços, feridas, coceiras e irritações vaginais, com a minha colaboração. Confiram no site do Idmed e deixem sua opinião
http://idmed.uol.com.br/mulher/o-que-provoca-carocos-e-feridas-vaginais-e-como-tratar.html

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Miomas: Como tratar?

Algumas mulheres que vão em busca de seus exames anuais de rotina no ginecologista se deparam com diagnóstico de mioma uterino e, muitas vezes, com a proposta de retirada do útero como tratamento. Ficam surpreendidas pois até então, muitas vezes, não sentiam nada.


É claro que o mioma pode dar ou não sintomas, dependendo de onde está localizado( externo, dentro do músculo, ou interno),da quantidade de nódulos e de seu tamanho e do tamanho total do útero. E estes sintomas podem ser

• Irregularidade menstrual,

• O aumento do volume uterino freqüentemente leva a aumento da pressão

pélvica, relacionada a dor e

• Compressão de outras estruturas como reto e bexiga, causando obstipação e incontinência urinária.

• Complicações durante a gestação e infertilidade também podem estar relacionadas ao quadro clínico.

O mioma é um crescimento da massa muscular, de forma irregular e circunscrita, ao redor de seu próprio eixo, destacando-se da estrutura que o originou ( no caso- musculatura do útero), configurando assim um nódulo ou tumoração, que não tem características invasoras, portanto,sendo benigno.

Nem todo mioma precisa ser tratado. Existem alguns critérios que vão definir a necessidade de intervenção sobre ele:

• mulheres assintomáticas, independente do volume uterino, devem ter conduta expectante;

• quando o volume uterino ultrapassar 300ml, pode considerar iniciar tratamento, independente dos sintomas, devido ao risco de degeneração e alteração da anatomia;

• quando existem sintomas de dor, ou sangramento, que melhoram com medicação, o tratamento deve ser clínico: inicialmente se usa antiinflamatório não hormonal, anticoncepcional oral, progesterona e análogo do GnRH.

• às mulheres com estes mesmos sintomas e que não obtém melhora com medicação deve ser oferecido tratamento cirúrgico que pode ser

o histerectomia

o embolização

o análogo do GnRH com posterior miomectomia

o miomectomia ( por histeroscopia, laparoscopia ou laparotomia, dependendo da localização)

• mulheres que desejam engravidar e têm sintomas, podem ser tratadas com análogo do GnRH e ou com miomectomia;

• a alteração da fertilidade pode ocorrer por dificuldade da implantação quando há deformidade do endométrio pelo mioma, principalmente quando este mioma passa de 5 cm, e neste caso, também pode ser tratado com análogo e – ou miomectomia.

Estes são os critérios que o seu médico deve considerar, de acordo com as orientações da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, quando estiver com o diagnóstico de mioma para conduzir.
Mais informações http://www.febrasgo.org.br/arquivos/diretrizes/076.pdf

segunda-feira, 28 de março de 2011

Osteoporose, conceito e conselhos

Artigo publicado no Jornal Diário da manhã dia 14/3/2011 - página 20


Muito se tem discutido nos últimos tempos, quer seja em encontro informais com amigos, ou em reuniões formais com profissionais da saúde, acerca dos recentes diagnósticos referentes a males oriundos do estilo de vida que escolhemos já desde o final do século passado e início deste.


As “novas doenças”, termo utilizado com certa intensidade pelo senso comum são objetos de avaliações em todo o contexto da sociedade.

Uma em especial tem levado preocupação em demasia às mulheres, ainda que atualmente se tenha conhecimento que o mal atinge também o sexo masculino.

A osteoporose é uma doença que enfraquece os ossos, aumentando o risco de inesperadas e repentinas fraturas. De forma literal Osteoporose, significa “osso poroso”. Constitui a perda de massa e força do osso. Em geral, a doença progride sem nenhum sintoma ou dor – daí a necessidade de se realizar exames periódicos -.

Muitas vezes, a enfermidade não é descoberta até que um osso fraco se quebre de forma bastante dolorosa. Isso costuma acontecer nas costas ou nas costelas. Um fato bastante preocupante é a questão do risco de se potencializar novas fraturas, pois, infelizmente, sabe-se que depois que acontece uma primeira fratura, aumenta-se em muito o risco de se ter outra. Além disso, é fato que a quebra dos ossos pode ser um processo desgastante, contudo, há como se precaver.

Uma questão quase sempre abordada é a de que como a osteoporose está relacionada à menopausa. Há uma união direta entre a falta de estrogênio depois da menopausa e o desenvolvimento da osteoporose. A menopausa precoce e qualquer outro processo prolongado no qual os níveis de hormônios estejam baixos e a menstruação ausente pode levar à perda de massa óssea.

Algumas atenções e cautelas devem ser observadas no intuito de se adiantar à osteoporose, o que certamente sua ginecologista poderá lhe orientar, pois alguns tratamentos podem amenizar a doença.

Um exame indolor e bem eficaz pode dizer tudo sobre o seu osso. A densitometria óssea é uma espécie de raio X que usa uma quantidade muito pequena de radiação para medir a força do seu osso. O resultado é obtido com rapidez e segurança e deve ser comparado com padrões para idade e sexo.

Há algumas formas de tratamento que devem ser seguidas sob orientação médica. São elas:

- Medicamentos;

- Cálcio e vitamina D;

- Exercícios de levantamento de peso;

- Injeções de substâncias que levam à formação de osso novo.

Existe ainda a se considerar a terapia hormonal. Esta forma de tratamento é considerada útil na prevenção ou alívio da perda de massa óssea. É recomendada para mulheres que já entraram na menopausa e que se enquadram nas seguintes normas:

- Tiveram uma menopausa precoce;

- Têm pouca massa óssea;

- Possuem vários outros riscos de osteoporose.

O que se deve exibir de forma clara, é que existem alguns riscos neste tratamento. Câncer de mama, coágulos, infarto, doenças do coração e na vesícula biliar são contratempos a se considerar. Caso você esteja considerando usar a terapia hormonal apenas para evitar a osteoporose, converse com seu médico. Ele poderá lhe indicar outros tratamentos.

Por fim, algumas questões a se ponderar na maneira de como se proteger de fraturas, caso seja portadora de osteoporose:

- Remova a bagunça da sua casa ou do escritório;

- Instale barras de apoio no banheiro;

- Coloque uma iluminação apropriada;

- Ponha um piso antiderrapante e remova os tapetes.

Cuidados simples poderão lhe trazer segurança e autonomia, propiciando naturalmente uma vida feliz.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Qual o melhor tratamento para Mioma SEM retirar o útero.

Esta pergunta foi feita ao Dr Michel Zelaquett - Coordenador do Centro de Miomas da Rede D'Or- em seu site http://www.portaldomioma.com/

A resposta foi muito importante:


Esta pergunta não é incomum. Certamente muitas mulheres já se
perguntaram. E, certamente, muitas já perguntaram para seu médico. Na

verdade, a resposta certa, apesar de óbvia, poucas vezes é respondida

com clareza. Não há tratamento para os miomas uterinos SEM a retirada

do útero que seja melhor do que os outros.

Aí vem outras perguntas:

E os tão divulgados tratamentos minimamente invasivos, como a

embolização dos miomas?

Os novos tratamentos, como o ExAblate, são confiáveis?

E os tratamentos tradicionais, como a miomectomia, ainda são bons?

Todos os tratamentos são bons, seguros, confiáveis e, na grande

maioria das vezes, cumprem o principal objetivo: a preservação

uterina. No entanto, a escolha do melhor tratamento depende de 3

fatores principais, são eles:

1) Os sintomas da paciente.

2) Os tipos de miomas que a paciente apresenta.

3) O perfil da paciente.

Para entendermos melhor esta segmentação vejamos abaixo:

O tratamento a ser escolhido deve estar direcionado a melhora dos

sintomas que a mulher com mioma apresenta. Ou seja, se é sangramento

uterino anormal, o tratamento tem que melhorá-lo. Se é aumento do

volume abdominal, o tratamento deve reduzí-lo. Se for aumento da

frequencia urinária por compressão da bexiga, este sintoma deve ser

tratado. E, também, se o sintoma for infertilidade, o tratamento deve

estar direcionado a melhora da fertilidade da mulher. Portanto, a

escolha do tratamento deve estar condicionada a melhora dos sintomas

apresentados, objetivando a melhora da qualidade de vida desta mulher.

Os tipos de miomas apresentados também vão influenciar diretamente na

escolha do melhor tratamento. Os tipos de miomas, como apresentado em

postagem anterior, podem variar de acordo com a localização, o

tamanho, o número de miomas e, principalmente, o componente (conteúdo)

do mioma. Um exemplo quanto a localização são os miomas pediculados,

que não devem ser tratados pela embolização ou pelo ExAblate, sob o

risco de se desprenderem do útero. Outro exemplo de localização são os

miomas submucosos (na camada mais interna do útero), quase sempre o

melhor tratamento é a miomectomia por videohisteroscopia. Mas se este

mioma submucoso for muito grande, em geral acima de 4 centímetros de

diametro, a miomectomia por videohisteroscopia pode não ser o melhor

tratamento. Então, pode ser necessário um tratamento para reduzí-lo

antes de retirá-lo. Miomas extremamente grandes (em geral acima de 14

centímetros) podem não ter como uma boa opção os tratamentos para

redução do volume, como a embolização ou o ExAblate, visto que estes

miomas podem permanecer ainda grandes. Múltiplos miomas (em número

acima de 4) podem não ter como boa opção de tratamento o ExAblate ou a

miomectomia por videolaparoscopia. Quanto ao conteúdo, miomas não

vascularizados ou degenerados não servem para o tratamento através da

embolização ou do ExAblate. Miomas muito hidratados também não são

bons para o ExAblate. Por estes motivos, a propedêutica de

investigação para o tratamento conservador dos miomas uterinos deve

passar obrigatoriamente pela ressonância magnética de pelve com

contraste. Só a ressonância, diferentemente da ultrassonografia, pode

fornecer com certa confiabilidade os dados quanto ao número de miomas,

localização e tamanho dos principais miomas e o conteúdo destes

miomas, referente a vascularização, celularidade e hidratação do

mioma.

Agora a mais importante variável nesta equação que é a escolha do

melhor tratamento para os miomas uterinos SEM a retirada do útero. O

PERFIL da paciente. Este perfil deve ser definido de maneira única,

individual e personalizada. Ou seja, o perfil de uma paciente com

miomas é único. Somos pessoas únicas inseridas em um contexto. Cabe a

nós médicos investigarmos o contexto em que vocês pacientes estão

inseridas. Este contexto é formado por vários fatores como idade,

estado civil, renda familiar, prole, desejo de engravidar, trabalho,

tipo de trabalho, atividade física etc. Saber deste contexto significa

dimensionar o tratamento de acordo com seus desejos e aspirações e de

acordo com a importância que você exerce na sua vida familiar, no seu

ambiente de trabalho enfim, na sociedade. Então, definitivamente, não

devemos tratar uma parte de uma pessoa e sim um indivíduo como um todo

inserido na coletividade (sociedade).

Finalmente...para nossa pergunta:

A resposta:

Depende, do seu médico analisar de maneira criteriosa seus sintomas,

os tipos de seus miomas e o seu perfil. Além disso, depende também

dele ter disponível todas as opções de tratamento dos miomas uterinos

SEM a retirada do útero, para, dentre todas opções, poder escolher o

melhor tratamento para o SEU caso.

Dormir Pouco Engorda?

Com um número crescente de estudos que identificam a conexão direta entre falta de sono e ganho de peso, é difícil negar a relação causa-efeito. Pessoas que dormem ao menos sete horas por noite tendem a ter menos gordura corporal do que pessoas que não dormem essa quantidade de horas. Evidentemente, há outros fatores que favorecem ou não o ganho de peso como quantidade de comida ingerida, exercícios e genes. O sono tem um papel mais importante no processo do que a maioria das pessoas imagina.
Em um estudo envolvendo 9 mil pessoas entre 1982 e 1984 (NHANES I -em inglês), os pesquisadores descobriram que pessoas que dormem uma média de seis horas por noite têm 27% mais chances de ficar acima do peso em relação aos indivíduos que dormem entre sete a nove horas; aqueles que dormem uma média de cinco horas por noite tinham uma propensão 73% mais alta de ficar acima do peso.
Muitas das pessoas que dormem pouco nem sabem disso. Muitos acham que a quantidade de horas que uma pessoa deve dormir para ser saudável e ativa varia, mas a maioria dos pesquisadores discorda, estabelecendo sete horas como o mínimo para todos, exceto para os muito jovens e muito idosos. Além dos números precisos, há uma série de aspectos que indicam se você tem dormido pouco, incluindo:
•ficar sonolento durante boa parte do dia, especialmente durante a manhã;

•pegar no sono à noite em poucos minutos.

A maioria das pessoas com sono normal leva em torno de 15 minutos para pegar no sono à noite. Insônia crônica e falta de sono quando se vai para a cama são boas indicações de que não se tem dormido o suficiente.

Se você estiver dormindo pouco, talvez haja alguma ligação com a obesidade, a exemplo da prática de atividade física que tende a ser menos recorrente entre pessoas que sofrem de insônia crônica. Mas há também uma série de aspectos que acontecem no corpo que podem contribuir para ganho de peso. Estudos científicos apontam que os principais efeitos decorrentes da falta de sono são os distúrbios hormonais, especificamente os que envolvem os hormônios leptina e grelina.
Quando não se descansa o suficiente por meio do sono, o corpo fica com baixa leptina e muita grelina.
O hormônio leptina está intrinsecamente relacionado à regularização do apetite, metabolismo e queima de calorias. Leptina é a substância química que informa ao cérebro quando se está satisfeito, quando se deve começar a queimar calorias e, conseqüentemente, quando se deve produzir energia para o corpo usar. A leptina provoca uma série de mensagens e respostas que começam no hipotálamo e terminam na glândula tireóide. A glândula tireóide controla a forma como o corpo armazena e gasta energia.
Durante o sono, os níveis de leptina aumentam, informando seu cérebro que você tem energia suficiente para o momento e que não há necessidade de sentir fome ou queimar calorias. Quando você não dorme o suficiente, acaba ficando com pouca leptina no corpo, o que faz seu cérebro pensar que não tem energia suficiente para suas necessidades. Dessa forma, o cérebro avisa que você está com fome (mesmo que você pense que não precisa comer naquele momento) e armazena as calorias que você ingere para que tenha energia suficiente na próxima vez que precisar. A diminuição de leptina causada pela falta de sono pode resultar em sensação constante de fome e uma desaceleração geral de seu metabolismo.

O outro hormônio relacionado ao sono e ao peso é a grelina. O objetivo da grelina é, basicamente, o oposto exato da leptina: ela informa a seu cérebro quando você precisa comer, quando deve queimar calorias e quando deve armazenar energia na forma de gordura. Durante o sono, os níveis de grelina diminuem, porque o corpo adormecido requer bem menos energia do que o corpo desperto. Pessoas que não dormem o suficiente acabam tendo muita grelina no corpo. O corpo pensa que está com fome e precisando de mais calorias. Assim pára a queima de calorias por acreditar que há carência de alimentos.
Alguns cientistas consideram a hipótese de que essas mudanças hormonais que acontecem durante o sono resultam de um processo involuntário que remete aos seres humanos que eram capazes de sobreviver à falta de alimentos durante o inverno. Tradicionalmente, o inverno possui noites longas e pouco alimento, enquanto o verão possui noites mais curtas e abundância de comida. Nas noites mais curtas dorme-se menos e há menos leptina e mais grelina, fazendo o corpo ingerir o máximo possível de alimentos e poupar calorias para o longo inverno adiante. No inverno dorme-se mais, o que representa mais leptina e menos grelina. Ambas informam o corpo quando é hora de queimar aquelas calorias armazenadas durante o inverno.
O problema da falta de sono sempre foi associado ao aumento dos níveis dos hormônios do estresse e da resistência à insulina, que também contribuem para o ganho de peso. Resistência à insulina também pode causar a diabetes do tipo 2.
A Fundação Nacional do Sono (National Sleep Foundation) oferece as dicas a seguir para ajudar você a ter certeza quanto à quantidade de sono necessária para seu corpo funcionar corretamente:
•tente ter como objetivo uma noite de sono de sete a nove horas por noite;

•aumente o nível de exercício, mas evite praticar atividades três horas antes de se deitar;

•Não tome cafeína ou álcool perto da hora de ir dormir - a cafeína pode manter você acordado e o álcool pode alterar os estágios normais de seu sono.

Julia Layton. "HowStuffWorks - Dormir pouco engorda?". Publicado em 06 de outubro de 2006 (atualizado em 14 de abril de 2008) http://saude.hsw.uol.com.br/sono-e-obesidade.htm (24 de janeiro de 2011)