quinta-feira, 22 de maio de 2008

A "Falta de Prazer " nas mulheres


A queixa sexual mais freqüente entre as mulheres é a "falta de prazer". Essa afirmação pode estar expressando vários problemas diferentes, tais como: falta de desejo sexual, falta de excitação, dor à penetração, dificuldade em obter o orgasmo, etc.

Nesse texto, abordamos sobre a dificuldade das mulheres em obter orgasmo. A chamada disfunção orgásmica se caracteriza pelo atraso ou ausência constante do orgasmo, mesmo havendo desejo e excitação durante o ato sexual. Essa disfunção pode ser superada através de alguns cuidados pessoais e conjugais, os quais orientamos a seguir.


• Conhecer o próprio corpo - muitas mulheres iniciam a atividade sexual (e assim permanecem) sem saber em quais pontos do seu corpo preferem ser tocadas e de que maneira estes "carinhos" podem se tornar mais agradáveis. Com a prática da masturbação, as mulheres podem descobrir suas preferências e, então ensiná-las ao parceiro, evitando a falta de objetividade necessária (dela e do parceiro) para atingirem o orgasmo.


• Evitar sentimentos de ansiedade e raiva em relação ao parceiro - problemas e mal entendidos devem ser dialogados pelo casal. Através de conversas (francas e abertas) evita-se a cronificação do desentendimento.


• Diferenciar preconceitos (idéias erradas) de informações comprovadas por especialistas - mitos e preconceitos que envolvem a sexualidade feminina podem dificultar o prazer sexual. Por exemplo, muitas mulheres sentem intensa satisfação ao serem tocadas na região do clitóris, mas - não considerando o orgasmo clitoridiano (no clitóris) como "o ideal" - buscam o vaginal (dentro da vagina). Além desse último ser mais difícil de se obter, a tentativa do orgasmo na vagina inviabiliza, para essas mulheres, a satisfação com o orgasmo possível (clitoridiano).


• Evitar ou procurar ajuda para modificar certas situações existenciais - fadiga, conflitos conjugais, falta de atração pelo parceiro, depressão, entre outros podem causar a disfunção orgásmica.

Previne-se a disfunção orgásmica feminina, fundamentalmente, através de atenção, afeto e intimidade com o seu próprio corpo e com o seu parceiro. Cada mulher tem a sua maneira de chegar ao seu prazer. Conhecer e comunicar são o que fazem a diferença.

Fonte http://www.portaldasexualidade.com.br

terça-feira, 20 de maio de 2008

E o que são os miomas,enfim????


Miomas (também conhecidos por fibromas ou leiomiomas) são tumores sólidos benignos formados por tecido muscular. De acordo com a região do útero acometida, existem quatro tipos diferentes de miomas: subserosos, intramurais, submucosos e pendulados. Seu tamanho pode variar bastante e alguns provocam aumento grande do abdômen. Mulheres negras são mais vulneráveis ao desenvolvimento de miomas.

Tratamento
Os casos de mioma que não apresentam sintomas importantes não exigem tratamento imediato, mas devem ser acompanhados regularmente.
Para a mulher que se aproxima da menopausa, o tratamento medicamentoso para bloquear a produção de estrógeno é o mais indicado. Essa técnica também facilita a remoção cirúrgica do tumor porque a supressão da função ovariana pelo hormônio ajuda a diminuir o tamanho dos miomas.
Pode-se, ainda, recorrer a técnicas cirúrgicas como a histerectomia (retirada do útero) e a miomectomia (retirada do mioma) por via vaginal ou cirúrgica.
A embolização é uma técnica moderna de tratamento que apresenta bons resultados: através da artéria femural, partículas impactantes são introduzidas na circulação para interromper o fluxo de sangue que nutre o mioma.

Causas
Não há uma única causa para o aparecimento dos miomas. Sabe-se que estão associados principalmente à produção de estrógeno, embora uma parcela seja sensível à ação da progesterona, e que sua incidência diminui depois da menopausa.

Sintomas
Alguns miomas são assintomáticos. Quando os sintomas aparecem, os mais importantes são:
•Aumento abundante do fluxo menstrual;
•Aumento do volume do abdômen;
•Dor;
•Anemia;
•Infertilidade;
•Abortamentos;
•Compressão sobre a bexiga e intestino, provocando desconforto urinário e gastrintestinal.

Recomendações
•Consulte seu ginecologista regularmente. Nas consultas de rotina, muitos casos de miomas podem ser diagnosticados;
•Pratique exercícios físicos, pois eles ajudam a diminuir os níveis de estrógeno no organismo e, conseqüentemente, o desenvolvimento de miomas;
•Procure levar vida saudável. Não fume, beba com moderação, controle o peso corpóreo.

Diagnósticos
O diagnóstico pode ser feito levantando o histórico da paciente e pelo toque vaginal. Exames de imagem, como o ultra-som e a ressonância magnética, também são importantes para o diagnóstico.
http://drauziovarella.ig.com.br/arquivo/arquivo.asp?doe_id=71

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Corrimento Vaginal


Corrimento Vaginal

A secreção vaginal normal é clara, fluida e sem cheiro. Sua quantidade varia durante o ciclo menstrual (próximo à ovulação o corrimento é mais viscoso e em maior quantidade) e no período de excitação sexual que antecede as relações sexuais.

Corrimento vaginal, ou leucorréia, é definido como a presença de uma secreção aumentada na vagina com características diferentes da normal. Mais freqüentemente, o corrimento vaginal ocorre quando há desequilíbrio entre os diferentes microorganismos que habitualmente se encontram na vagina (bactérias e fungos) causando uma inflamação da vagina (vaginite). O corrimento anormal geralmente está associado a sintomas como irritação local, coceira, odor desagradável e dor durante as relações sexuais.

É um dos mais comuns e mais irritantes problemas que afeta a saúde da mulher e é uma das causas mais freqüentes de visita ao médico ginecologista e ocorre em cerca de 1/3 das mulheres pelo menos uma vez na vida.

As causas mais freqüentes dos corrimentos vaginais são a vaginose bacteriana, a candidíase e a trichomoníase. Quando o corrimento alterado provém de uma infecção do colo do útero (cervicite) as causas mais prováveis são a gonorréia e a infecção por clamydia.

Candidíase vaginal

É causada por fungos que se proliferam em situações favoráveis, como por exemplo nas alterações do meio vaginal que podem estar associadas ao uso da pílula, diafragma, dispositivo intra-uterino, à diabetes, à gravidez e à ingestão recente de antibióticos.
O corrimento típico na candidíase é espesso, de cor branca (aspecto de coalho), sem cheiro e acompanhado de inflamação das paredes vaginais que ficam muito irritadas. O principal sintoma é a coceira intensa e, as vezes há ardor local.

Vaginose bacteriana

É causado por uma bactéria (Gardnerella vaginalis). Este o corrimento é fino, de cor branco-amarelada e com um cheiro característico a peixe que se intensifica após as relações sexuais.

Trichomoníase

É uma infecção causada por um parasita (Trichomonas vaginalis) que é transmitido por contato sexual.
O corrimento na trichomoníase é abundante, de cor branco-acinzentado. Normalmente causa uma irritação vaginal que pode estar acompanhada por prurido. Em algumas mulheres a infecção pode ser assintomática.

Há alguns fatores que podem facilitar o aparecimento do corrimento vaginal. O meio vaginal normal tem uma acidez própria que ajuda a manter o equilíbrio entre os diferentes microrganismos que colonizam habitualmente a vagina. A alteração deste equilíbrio ou a entrada de microrganismos estranhos por contágio sexual leva à inflamação da vagina com alteração das suas secreções normais.

Alguns fatores que podem alterar o equilíbrio da flora vaginal são: stress, freqüência de relações sexuais, antibióticos, duchas vaginais, uso de anticoncepcionais hormonais, uso de roupas apertadas, alterações hormonais do ciclo menstrual, da gravidez e da menopausa, higiene inadequada, etc.

O diagnóstico do corrimentos baseia-se nos sinais e sintomas clínicos e é auxiliado pelo exame ginecológico. Muitas vezes as características do corrimento não permitem o diagnóstico exato do tipo de corrimento e o ginecologista pode solicitar um exame laboratorial do corrimento ou lançar mão de um creme vaginal que apresente um amplo espectro de ação.

O tratamento dos corrimentos vaginais depende do seu tipo. Pode-se utilizar antibióticos, anti fúngicos ou antiparasitários, que podem ser administrados por via oral (comprimidos tomados pela boca) ou através de aplicações locais na vagina (cremes, óvulos ou comprimidos vaginais).

Nos casos de corrimentos causados por trichomonas é importante que se trate o parceiro sexual também. Além disso recomenda-se alguns cuidados como evitar duchas vaginais, evitar roupas justas e roupas íntimas de tecido sintético, não abusar dos tampões vaginais e absorventes íntimos, etc.

http://www.solvayfarma.com.br

domingo, 18 de maio de 2008

Infertilidade -Entrevista


Do aparelho reprodutor feminino fazem parte a vagina, o útero, as tubas uterinas e os dois ovários, onde são produzidos os óvulos e os hormônios estradiol e progesterona. Enquanto os homens produzem milhões e milhões de espermatozóides ao longo da vida, salvo raríssimas exceções, as mulheres investem tudo na produção de um único óvulo por mês. Essa célula será disputada pelos espermatozóides que, depositados na vagina, terão de atravessar o colo do útero e percorrê-lo inteiro até alcançar as trompas onde se dará a fecundação pelo que for mais veloz e mais apto.
Mais ou menos cinco dias depois, o óvulo fecundado é empurrado pelas trompas e, como se estivesse escorregando num tobogã, chega ao útero onde se fixa. Só então começa a desenvolver-se. Esse processo está sujeito a muitos erros, tanto que grande número de fecundações termina num abortamento espontâneo depois de pequeno atraso menstrual que passa despercebido.
A gravidez pode acontecer quando menos se espera. Em alguns casos, porém, quanto mais o casal a deseja, parece mais difícil de acontecer.
Antigamente se acreditava que as causas da infertilidade eram exclusivamente femininas. Hoje se sabe que elas podem ser atribuídas também aos homens e à associação de dificuldades dos dois parceiros.
Entrevista

Dicas para prevenção do Câncer de Mama


No início do século passado, a maioria das mulheres casava por volta dos 15 anos, antes mesmo da primeira menstruação e, tão logo esta ocorria, engravidavam. No decorrer da vida reprodutiva, tinham vários filhos que amamentavam por longos períodos, diminuindo, assim, sensivelmente o número de episódios menstruais que tinham durante toda a vida.
Hoje, não é raro encontrar meninas que menstruam aos 11 ou 12 anos, a menopausa é cada vez mais tardia e o número de filhos, muito menor. Isso torna as mulheres mais vulneráveis à ação dos hormônios femininos, o estrógeno e a progesterona, que exercem impacto importante no aparecimento do câncer de mama, doença diagnosticada atualmente em mulheres cada vez mais jovens e cuja incidência tem aumentado significativamente nas últimas décadas.

Dieta com baixo teor de gordura animal e exercícios físicos regulares podem ajudar na prevenção do câncer de mama.
Atualize-se

quinta-feira, 15 de maio de 2008

HPV desvendando os mitos


O que é HPV?

Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae ,capazes de induzir lesões de pele ou mucosa, as quais mostram um crescimento limitado e habitualmente regridem espontaneamente. Existem mais de 200 subtipos diferentes de HPV, entretanto, somente os subtipos de alto risco estão relacionados a tumores malignos.


Quais os tipos de HPV com risco de câncer?

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Qual a diferença entre Menopausa e Climatério?



Climatério e menopausa não são sinônimos. Climatério é uma fase de limites imprecisos na vida feminina; compreende a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo. Menopausa, ao contrário, tem data para começar: a da última menstruação da vida.Enquanto o homem espalha centenas de milhões de espermatozóides a cada ejaculação, a mulher investe toda a energia na produção de um único óvulo por mês. Todos os óvulos que produzirá terão sua origem em células germinativas (ou folículos) dos ovários já presentes no instante do nascimento. As meninas nascem com um a dois milhões dessas células germinativas.Em cada ciclo menstrual um comando hormonal complexo recruta um grupo de folículos para produzir o óvulo daquele mês. Os que perderem a oportunidade enfrentarão a impiedosa seleção natural, e morrerão. Por causa dessa competição, quando chegar a primeira menstruação, o número de folículos estará reduzido a cerca de 400 mil.Os folículos em luta para formar óvulos são os principais produtores dos hormônios sexuais que fazem a fama das mulheres. O folículo é a unidade funcional do ovário. Mulher nenhuma é capaz de formar novos folículos para repor os que se foram. Quando morrem os últimos deles, os ovários entram em falência e as concentrações de estrogênio e progesterona caem irreversivelmente.De cada quatro mulheres, pelo menos três experimentam sintomas desagradáveis no climatério. As ondas de calor resultantes de sintomas vasomotores são os mais típicos; estão presentes em 60% a 75% das mulheres. Surgem inesperadamente como crises de calor sufocante no tórax, pescoço e face, muitas vezes acompanhadas de rubor no rosto (a temperatura da pele chega a subir cinco graus), sudorese (que pode ser profusa), palpitações e ansiedade. As crises geralmente duram de um a cinco minutos e podem repetir-se diversas vezes por dia.A queda dos níveis dos hormônios sexuais altera a consistência do revestimento da vagina, da uretra e das fibras do tecido conjuntivo que conferem sustentação à mucosa dessas regiões. Podem surgir incontinência urinária, ardência à micção, facilidade para adquirir infecções urinárias e corrimentos ginecológicos. Os músculos que formam o assoalho responsável pela sustentação dos órgãos genitais e bexiga urinária enfraquecem e podem surgir prolapsos (útero e bexiga caídos). Os pêlos pubianos ficam mais ralos, os grandes lábios mais finos, a mucosa vaginal perde elasticidade e flexibilidade podendo sangrar e doer à penetração. Diminuição da resposta à estimulação clitoriana, secura vaginal e redução da libido são queixas freqüentes. A fisiologia do orgasmo, no entanto, não é alterada.A falta de estrogênio resseca e torna a pele mais fina, enrugada, menos elástica e as unhas frágeis. Os pelos pubianos e axilares se tornam mais ralos. O colágeno da derma mais profunda começa a ser perdido a uma velocidade média de 2% ao ano, durante os 10 primeiros anos de menopausa.Ricas em receptores para estrogênio e progesterona, as células das glândulas mamárias se hipotrofiam com a falta desses hormônios. O espaço deixado entre elas é substituído por tecido gorduroso. As mamas se tornam mais flácidas, o mamilo fica mais achatado e perde parcialmente capacidade de ereção.A partir da menopausa, 1% a 4% da massa óssea é reduzida a cada ano que passa. A perda é mais sentida nas vértebras e nas extremidades dos ossos longos. Mulheres de raça branca ou amarela, baixa estatura, peso corpóreo baixo e com história familiar de osteoporose são mais suscetíveis. Além desses, há fatores evitáveis que aumentam o risco de perda óssea: dietas pobre em cálcio, com excesso de vitamina D, ingestão exagerada de cafeína, de álcool, tabagismo, vida sedentária e o uso de certos medicamentos. Através de mecanismos mal conhecidos, menor produção de estrogênio modifica os níveis de dopamina, noradrenalina e serotonina em certas áreas do sistema nervoso central. Como conseqüência, as mulheres no climatério estão sujeitas a quadros depressivos, dificuldade de memorização, irritabilidade, melancolia, crises de choro, humor flutuante e labilidade emocional.Mulheres de 45 a 55 anos, que ainda menstruam, apresentam apenas um terço das doenças cardiovasculares dos homens nessa faixa etária. A chegada da menopausa aumenta gradualmente a incidência dessas enfermidades no sexo feminino, até igualar-se a dos homens ao redor dos 70 anos.http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/cmenopausa.asp

terça-feira, 13 de maio de 2008

síndrome dos ovários policísticos


Hoje, quase todas as mulheres são submetidas ao exame de ultra-som ginecológico em alguma fase da vida. Esse procedimento permitiu identificar vários cistos nos ovários em 20% a 30% delas. São os ovários policísticos.Na maior parte dos casos, porém, esses cistos não têm nenhuma importância fisiológica, não modificam nada no corpo da mulher. Entretanto, ao redor de 10% deles, os ovários policísticos estão associados a outros sintomas, principalmente a alterações menstruais, geralmente a longos intervalos, às vezes até de meses, entre dois ciclos menstruais.Os ovários policísticos podem estar associados, ainda, ao aparecimento de pêlos no corpo, de acne e da obesidade. É esse conjunto de manifestações que caracteriza a síndrome dos ovários policísticos.Fazem parte do aparelho reprodutor feminino o útero que através do colo desemboca na vagina, as trompas, ou tubas uterinas, uma de cada lado do útero e os ovários com formato semelhante ao de duas pequenas ameixas. O ovário policístico é constituído por tecido normal, embora possua pequenos cistos, em geral ao redor de dez.
A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas engorda e elas aparecem.
Em geral, ela aparece entre os 20 e os 30 anos. Calcula-se que entre 20% e 30% das mulheres tenham ovário policístico, mas que apenas de 5% a 10% delas manifestem a síndrome. As outras são assintomáticas. Menstruam normalmente, têm filhos e não apresentam os outros sintomas. Um dia, porém, fazem um ultra-som e descobrem que possuem ovários policísticos.A primeira reação é de medo. –“ Será que tenho alguma coisa grave, doutor?” – Na maior parte dos casos, não há por que se preocupar. Trata-se apenas de uma característica dessa mulher como a da cor de seus olhos.
Menstruações espaçadas são a principal característica dessas alterações. Mulher com ovários policísticos tem apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano. Embora o número excessivo de menstruações não seja indicativo de ovários policísticos, vez ou outra, isso pode acontecer.

Leia Mais

Beleza é

''Não há beleza perfeita que não contenha algo de estranho nas suas proporções.'' Francis Bacon



''Não existem mulheres feias, só existem aquelas que não sabem fazer-se belas.'' La Bruyére



''Só a Deus pertence a faculdade de pautar a beleza absoluta.'' Albrecht Durer


''Não há nada de tão belo como aproximarmo-nos da Divindade e espalhar os seus raios pela raça humana.'' Beethoven



''A definição de belo é fácil: é aquilo que desespera.'' Paul Valéry


''A beleza não passa de uma promessa da felicidade.''
Sthendal


''Beleza é a forma que o amor dá às coisas.''
Ernest Hello


''A Juventude é uma conquista da maturidade.''
Jean Cocteau, poeta e cineasta


''Beleza é poder e sua arma é o sorriso.''
Charles Reade


''Beleza! Onde está tua verdade?''
William Shakespeare


''Alguém disse que a beleza é uma promessa da felicidade, mas nunca ninguém garantiu que ela tivesse sido cumprida.'' Paul-Jean Toulet




''Não existe melhor cosmético para a beleza que a felicidade.'' Condessa de Blessington



''Beleza, presente de um dia que o Céu nos oferece''. Lamartine

Sobre a endometriose


A doença é caracterizada pela presença de tecido, semelhante ao endométrio, fora do útero. O endométrio é o tecido que descama ao final do ciclo menstrual, caracterizando a menstruação. Na Endometriose este tecido reflui através das trompas e se implanta dentro da cavidade pélvica.

O principal sintoma é a dismenorréia, ou seja, dor em forma de cólica durante o período menstrual. Com freqüência, essas cólicas podem ser progressivas, por vezes se tornam incapacitantes. A dor durante as relações sexuais também é freqüente. A doença pode se manifestar por meio da dificuldade de engravidar. A infertilidade está presente em cerca de 40% das mulheres com Endometriose. Além disso, a paciente pode apresentar dores fora da menstruação, alterações intestinais ou urinárias durante o fluxo menstrual.

A doença pode surgir desde a primeira até a última menstruação. Assim, costuma-se dizer que a Endometriose pode ser controlada, caso seja muito bem tratada.
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